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Em nosso país podemos observar que há variações no modo de
falar de região para região, isso quer dizer que existem fatores geográficos que formam
os falares e dialetos. Por exemplo, é diferente o modo da fala de um paraibano e um
gaúcho.
Devido ao nível de escolaridade e as classes sociais, existem modos de língua, que são:
a norma culta, usado por pessoas que tiveram acesso à educação, e as gírias,
geralmente utilizadas por grupos restritos, como contrabandistas e estudantes.
Para o domínio de assuntos técnicos que são restritos a médicos, advogados,
engenheiros e outros tipos de profissionais é usada a língua técnica.
Por causa de diversos casos que o indivíduo utiliza a fala
há o que chamamos de linguagem situacional, por exemplo: quando um pessoa está falando
num discurso ela faz uso de uma linguagem formal,já se está conversando com uns amigos
numa mesa de bar usa uma linguagem informal, pois em cada ambiente que nos encontramos
procuramos adequar nível do falar vocabular e sintaticamente.
No Rio Grande do Norte o povo não chia e nem fala cantando como o baiano.
Podemos dizer que o norte-rio-grandense fala com algumas gírias como: caningar(insistir),
capuaba (casa caindo os pedaços), papudinho( alcoólatra), priziaca(pessoa chata),
xexo(calote).
O potiguar apresenta variações sociais no modo de falar como em todo lugar onde há
diferenças entre pessoa de nível superior, nível médio, pessoas que fizeram até a
quarta série (entre 18 e 45 anos) e pessoas que não tiveram acesso à escola
(analfabetos).